O carrinho de lata de sardinha,
rodas improvisadas com tampinhas de refrigerante, brincando na praça dos
bacanas, onde na verdade dormiam os invisíveis. Logo apareceram outros de
controle remoto, se gabando de já terem feito viagens espaciais. Acordam o banqueiro
maneta que cobrava bem menos que o FMI para cuidar de uma instituição.
Presenciando a maldade que aflora desde o berço, condoeu-se da alegria simples
do garotinho perturbado. Abraçou-o do alto de sua sabedoria, fazendo-o entender
que não entender, é que faz parte da vida.
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