Um pedido estranho, mas não
para o filho que sabia da grande produção do pai. Que fizesse um perfil póstumo
e continuasse a atualizá-lo. Tinha uma concepção sobre a ressignificação do
luto. Se precisasse ser sustentado no campo da linguagem depois de morto, que o
fosse pelo poder da tecnologia, para desafiar a máxima: quando estamos na vida,
não estamos na morte, e quando na morte, não vivemos.
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