O poema perfeito é como um farol em noite nebulosa. O resgate
de palavras frescas no almoxarifado de nosso escaninho, que educam lágrimas a
escorrer o pó que asfixia. Perene em cada recôndito do cérebro, um lúcido
mecanismo de hélices a nos guiar em águas revoltas.
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