(Uma homenagem aos nossos
professores)
Pobre sala,
ruindo a cal
da parede.
O calor
embebedando
o sonho
desses meninos.
O verbo não cala,
e o operário da
linguagem não
pleiteia aplausos.
Seu canto sonoro
pena numa paisagem
de poeira, cavoucando
mistérios todos os dias.
ruindo a cal
da parede.
O calor
embebedando
o sonho
desses meninos.
O verbo não cala,
e o operário da
linguagem não
pleiteia aplausos.
Seu canto sonoro
pena numa paisagem
de poeira, cavoucando
mistérios todos os dias.
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