(para Ayrton Senna)
Sem limites.
Domingo em
cada lar,
manhãzinha
voando baixinho.
Compenetrado
demais na
solidão do cockpit.
O mistério sagrado
de cada largada,
cada chegada.
Em Ímola voou.
Quem compartilhou
do vento que
engelhou seu rosto,
até que a proa
da máquina,
acuada na tamburello,
direção quebrada,
ao leu bateu.
Perplexo o sol
grita seus raios
através do corpo,
sem vida, imolado.
Ímola, domingos
deixarão de
encantar, audácia, arte,
tomou-a de assalto,
a curva da morte.
Domingo em
cada lar,
manhãzinha
voando baixinho.
Compenetrado
demais na
solidão do cockpit.
O mistério sagrado
de cada largada,
cada chegada.
Em Ímola voou.
Quem compartilhou
do vento que
engelhou seu rosto,
até que a proa
da máquina,
acuada na tamburello,
direção quebrada,
ao leu bateu.
Perplexo o sol
grita seus raios
através do corpo,
sem vida, imolado.
Ímola, domingos
deixarão de
encantar, audácia, arte,
tomou-a de assalto,
a curva da morte.
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