Pela segunda vez enterrado no mesmo mês. Da primeira, acordou
quando começaram a jogar terra no caixão. Na outra, arrebentou a madeira
ordinária que cedeu ajudada por uma chuva torrencial. Assim, junto à família
pedia aflito: Por favor, da próxima vez esperem uma semana, é tempo suficiente
para um defunto não imaginar futuro.
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