(in memoriam Tiradentes)
No início das apresentações da Orquestra de Cordas, na Praça
Tiradentes, centro do Rio de Janeiro, onde até meados do século XVIII não
economizavam laços no pescoço por qualquer suspeita, local onde se comemora a
morte do Mártir que desafiou a coroa portuguesa, o maestro ponderou com sua
platéia: A forca, o mais horrendo dos instrumentos de corda não tem mais
espaço, visto que a arte enamorou-se de todos os seus fios.
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