Na casa do menino
poeta há um sótão.
Ali ele acomoda todos
os seus assombros.
Visto não ser dono
de suas dúvidas, quer
este vazio na armadura
do telhado, mais por
suas estranhezas, do
que por suas descobertas.
De noite, querendo ditar-
lhe pesada sorte, ruge
uma sombra no recôndito.
Mas atípico nesse espaço,
uma grade de vidraria
no desvão do esconso,
oferta a Ursa Maior,
lanterna no escaninho.
poeta há um sótão.
Ali ele acomoda todos
os seus assombros.
Visto não ser dono
de suas dúvidas, quer
este vazio na armadura
do telhado, mais por
suas estranhezas, do
que por suas descobertas.
De noite, querendo ditar-
lhe pesada sorte, ruge
uma sombra no recôndito.
Mas atípico nesse espaço,
uma grade de vidraria
no desvão do esconso,
oferta a Ursa Maior,
lanterna no escaninho.
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