quinta-feira, 13 de agosto de 2015

NA AUSÊNCIA DE NÓS

Aqui parou o tempo. Nada mudou.
Abrace-me que na ausência de tua
voz, escorreguei no limo da pedra.
Meus sonhos quais os de crianças
não se despedem nunca. Um vento
viageiro bateu-me aos ouvidos que
as romarias trariam de volta tudo que
me pertencia. Agora o tempo escorre
como as luzes nas telas de Rembrandt.
Cumpre-se o trato.

Nenhum comentário:

Postar um comentário