quinta-feira, 13 de agosto de 2015

NO CONDOMÍNIO

De porre as duas da manhã. Uma lua perto, muito perto. Um guarda pedindo que ele soltasse o poste de luz. E ele gritando: matei meu pai, matei meu pai, me leve pra delegacia. O guarda perguntando onde ele morava. Tira do bolso a única coisa que trazia, um molho de chaves.
- Qual casa seu guarda?

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