-Seu cappuccino doutor Jorge.
-Do jeito que eu gosto? com pãezinhos de queijo?
-Sim doutor Jorge.
-Sente-se dona Rita, não gosto que fiquem em pé na minha frente.
-É por uma questão de educação doutor Jorge.
-E o casamento, acabou?
-Como assim doutor Jorge?
-Ele não é um bebum inveterado?
-Está frequentando o grupo de apoio, há mais de um mês que não toca em bebida.
-Quantas vezes ele já começou e parou o tratamento dona Rita?
-Umas quatro vezes doutor Jorge.
-A senhora ainda gosta dele?
-Que pergunta doutor Jorge, nos casamos na igreja.
-Isto não quer dizer nada dona Rita, principalmente quando lutamos sozinhos.
-Isso lá é verdade doutor Jorge.
-A senhora é uma linda mulher, pode ter o homem que quiser.
-Os homens só querem uma coisa, depois nos deixam na rua da amargura.
-Acha que sou assim dona Rita?
-Como vou saber doutor Jorge, sua mulher é que com certeza sabe responder a isso.
-Dona Rita, (e aí, ele passa a mão carinhosamente pelo braço alvo dela) a senhora merece alguém que lhe cuide, que a deixe sempre com os cabelos lindos, as mãos e unhas impecavelmente feitas. Não um sujeito bêbado, que ainda pega todo o seu dinheiro.
-Como sabe disso doutor Jorge?
-Ora dona Rita, essas coisas se espalham no escritório.
-Estou ficando envergonhada doutor Jorge.
-Por favor, tire o doutor, somente Jorge.
-Seu Jorge, onde o senhor está querendo chegar?
-Eu cuidaria da senhora. Seria uma rainha. Tem filhos? há quantos anos está casada?
-Há cinco anos doutor...quero dizer, Jorge.
-E evitam filhos? a senhora toma remédios?
Tomo não seu Jorge, acho que a vida não me premiou.
-Só Jorge, por favor dona Rita.
-Então me chame de Rita também.
-Assim é melhor. Vou confessar Rita, penso em você vinte e quatro horas, mesmo quando estou na cama com Leonora.
-Estou sem graça Jorge.
-Não precisa, somos adultos, você sabe onde estou querendo chegar.
-E as outras meninas do escritório, o que vão dizer?
-Não interessa o que vão dizer, e também, podemos ser discretos. Tenho certeza de que poderemos ser muito felizes. (Com isso coloca as mãos nas belas coxas de Rita).
-Doutor Jorge, alguém pode entrar, por favor.
-A partir de agora, você vai dizer em casa, que devido a enorme quantidade de trabalho neste fim de ano, terá que fazer 'serão' duas vezes na semana. Consegue?
-Não sei não doutor Jorge, seu Jorge, Jorge...terei que pensar.
-Tome, mil reais para que compre uma roupa íntima, a mais bonita que encontrar.
-Não quero Jorge, estou envergonhada. (Nisso, Jorge coloca o dinheiro em sua bolsa).
-Aproxime-se! (Cercou-a, desabotoou os três primeiros botões da sua blusa. Os dois colibris querendo fugir, um nas mãos dele, o outro na sua boca. Colocou-a num ímpeto em cima da mesa. Afastou-lhe as pernas sem tirar a calcinha. Num só golpe. As unhas dela cravaram-lhe as costas. E as mãos viajeiras dele, pelos seios, pelo rosto, pelas coxas...
-Do jeito que eu gosto? com pãezinhos de queijo?
-Sim doutor Jorge.
-Sente-se dona Rita, não gosto que fiquem em pé na minha frente.
-É por uma questão de educação doutor Jorge.
-E o casamento, acabou?
-Como assim doutor Jorge?
-Ele não é um bebum inveterado?
-Está frequentando o grupo de apoio, há mais de um mês que não toca em bebida.
-Quantas vezes ele já começou e parou o tratamento dona Rita?
-Umas quatro vezes doutor Jorge.
-A senhora ainda gosta dele?
-Que pergunta doutor Jorge, nos casamos na igreja.
-Isto não quer dizer nada dona Rita, principalmente quando lutamos sozinhos.
-Isso lá é verdade doutor Jorge.
-A senhora é uma linda mulher, pode ter o homem que quiser.
-Os homens só querem uma coisa, depois nos deixam na rua da amargura.
-Acha que sou assim dona Rita?
-Como vou saber doutor Jorge, sua mulher é que com certeza sabe responder a isso.
-Dona Rita, (e aí, ele passa a mão carinhosamente pelo braço alvo dela) a senhora merece alguém que lhe cuide, que a deixe sempre com os cabelos lindos, as mãos e unhas impecavelmente feitas. Não um sujeito bêbado, que ainda pega todo o seu dinheiro.
-Como sabe disso doutor Jorge?
-Ora dona Rita, essas coisas se espalham no escritório.
-Estou ficando envergonhada doutor Jorge.
-Por favor, tire o doutor, somente Jorge.
-Seu Jorge, onde o senhor está querendo chegar?
-Eu cuidaria da senhora. Seria uma rainha. Tem filhos? há quantos anos está casada?
-Há cinco anos doutor...quero dizer, Jorge.
-E evitam filhos? a senhora toma remédios?
Tomo não seu Jorge, acho que a vida não me premiou.
-Só Jorge, por favor dona Rita.
-Então me chame de Rita também.
-Assim é melhor. Vou confessar Rita, penso em você vinte e quatro horas, mesmo quando estou na cama com Leonora.
-Estou sem graça Jorge.
-Não precisa, somos adultos, você sabe onde estou querendo chegar.
-E as outras meninas do escritório, o que vão dizer?
-Não interessa o que vão dizer, e também, podemos ser discretos. Tenho certeza de que poderemos ser muito felizes. (Com isso coloca as mãos nas belas coxas de Rita).
-Doutor Jorge, alguém pode entrar, por favor.
-A partir de agora, você vai dizer em casa, que devido a enorme quantidade de trabalho neste fim de ano, terá que fazer 'serão' duas vezes na semana. Consegue?
-Não sei não doutor Jorge, seu Jorge, Jorge...terei que pensar.
-Tome, mil reais para que compre uma roupa íntima, a mais bonita que encontrar.
-Não quero Jorge, estou envergonhada. (Nisso, Jorge coloca o dinheiro em sua bolsa).
-Aproxime-se! (Cercou-a, desabotoou os três primeiros botões da sua blusa. Os dois colibris querendo fugir, um nas mãos dele, o outro na sua boca. Colocou-a num ímpeto em cima da mesa. Afastou-lhe as pernas sem tirar a calcinha. Num só golpe. As unhas dela cravaram-lhe as costas. E as mãos viajeiras dele, pelos seios, pelo rosto, pelas coxas...
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