terça-feira, 11 de agosto de 2015

DO ATO DE ESCREVER

Escrever um poema não é fácil. Por vezes, parido depois de intensa transpiração, achamos de mexer no maldito. Ou porque não estamos satisfeitos, ou porque algum crítico profissional lhe atira pedras. Daí, aquilo que a primeira vista parecia bom, agora se mostra enigmático e lacônico. Há sempre aqueles que o acolhem e dizem estar perfeito, bem como aqueles que preferem não comentar, por não se sentirem à vontade em ferir o ego do amigo. Mas quando um poema é concebido somente dentro da imaginação do autor, não há iluminado que o entenda, e tenho dito.

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